Nutrição e Saúde

DHGNA: Café da Manhã e Gordura no Fígado O Que Evitar e Escolher?

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O café da manhã é, para muitos, a refeição mais importante do dia, o combustível que nos impulsiona para as atividades. Mas você já parou para pensar no impacto que esses primeiros alimentos do dia têm sobre um dos órgãos mais vitais do seu corpo: o fígado? Nosso fígado trabalha incansavelmente, metabolizando nutrientes, desintoxicando o organismo e produzindo substâncias essenciais. No entanto, o estilo de vida moderno e, principalmente, a dieta, têm levado a um aumento preocupante da doença hepática gordurosa não alcoólica (DHGNA), uma condição em que o excesso de gordura se acumula no fígado. E o que comemos logo pela manhã pode ser um grande vilão nessa história.

Neste artigo, vamos desvendar quais alimentos comuns no seu café da manhã podem estar contribuindo para o acúmulo de gordura no fígado e, mais importante, por que eles são prejudiciais. Entender a conexão entre suas escolhas matinais e a saúde hepática é o primeiro passo para proteger esse órgão tão essencial e garantir uma vida mais saudável.

O Que é a Doença Hepática Gordurosa Não Alcoólica (DHGNA)?

A Doença Hepática Gordurosa Não Alcoólica (DHGNA), como o próprio nome sugere, é uma condição caracterizada pelo acúmulo excessivo de gordura nas células do fígado, sem que isso esteja relacionado ao consumo abusivo de álcool. É um problema de saúde crescente em todo o mundo, inclusive no Brasil, e é considerada a causa mais comum de doença hepática crônica. Estima-se que afete cerca de 25% da população global, e esse número tende a aumentar devido aos hábitos alimentares e ao estilo de vida moderno.

Mas por que a DHGNA é tão preocupante? Se não for controlada, ela pode progredir para condições mais sérias, como a esteato-hepatite não alcoólica (EHNA), que envolve inflamação e danos às células do fígado, podendo levar à fibrose, cirrose e, em casos mais graves, até mesmo câncer de fígado ou insuficiência hepática.

Os principais fatores de risco para o desenvolvimento da DHGNA incluem obesidade, diabetes tipo 2 e resistência à insulina. Pessoas com síndrome metabólica (que engloba essas e outras condições como hipertensão e colesterol alto) são especialmente vulneráveis. A boa notícia é que, na maioria dos casos, a DHGNA é reversível e pode ser prevenida ou controlada através de mudanças significativas na dieta e no estilo de vida.

É aqui que a sua alimentação diária, especialmente o café da manhã, entra em cena. A forma como o seu corpo processa os alimentos, especialmente os carboidratos e as gorduras, tem um impacto direto na saúde do seu fígado. Dietas ricas em açúcares, gorduras não saudáveis e calorias vazias sobrecarregam o fígado, levando ao acúmulo de gordura e à inflamação, que são a essência da DHGNA. Compreender essa conexão é fundamental para fazer escolhas alimentares mais conscientes e proteger a saúde do seu fígado a longo prazo.

Inimigos do Fígado no Café da Manhã: Alimentos a Evitar

Agora que entendemos a DHGNA, é crucial identificar os culpados que podem estar se escondendo no seu prato matinal. Muitos alimentos que parecem inofensivos ou são até mesmo anunciados como “saudáveis” podem, na verdade, ser verdadeiros inimigos para o seu fígado.

A. Açúcares Adicionados e Xarope de Milho Rico em Frutose (XMRF)

Este é talvez o maior vilão da lista. O consumo excessivo de açúcares adicionados, especialmente a frutose (presente em grande quantidade no XMRF), sobrecarrega o fígado.

  • Exemplos Clássicos no Café da Manhã: Sucos de caixinha (mesmo os 100% fruta, pois perdem as fibras e concentram a frutose), refrigerantes, cereais matinais açucarados (aqueles com flocos coloridos ou cheios de açúcar), produtos de panificação industrializados como donuts, croissants, bolachas recheadas, bolos e biscoitos.
  • Por quê? Ao contrário de outros açúcares, a frutose é metabolizada quase que exclusivamente no fígado. Quando consumida em excesso, o fígado a converte rapidamente em gordura, que é então armazenada em suas células. Isso não só contribui para a DHGNA, mas também pode levar à resistência à insulina e inflamação.
  • Alternativas Saudáveis: Priorize frutas inteiras (a fibra retarda a absorção do açúcar), água, chás sem açúcar e café preto (com moderação). Se for adoçar, use pequenas quantidades de mel ou estévia natural.

B. Gorduras Saturadas e Trans

Embora as gorduras sejam essenciais, o tipo que você escolhe faz toda a diferença para o fígado. Gorduras saturadas e, principalmente, as gorduras trans (hidrogenadas) são altamente inflamatórias e contribuem para o acúmulo de gordura.

  • Exemplos Comuns no Café da Manhã: Bacon, salsicha, presunto (principalmente os embutidos processados), manteiga em excesso, margarinas hidrogenadas, e qualquer alimento frito (como batatas fritas de café da manhã ou salgados).
  • Por quê? Essas gorduras promovem a inflamação e o estresse oxidativo no fígado, dificultando seu funcionamento adequado e levando ao acúmulo de gordura e danos celulares. As gorduras trans são as piores, pois aumentam o colesterol “ruim” (LDL) e diminuem o colesterol “bom” (HDL).
  • Alternativas Saudáveis: Opte por ovos mexidos com azeite de oliva extra virgem, abacate, oleaginosas (castanhas, amêndoas) e sementes (chia, linhaça). Se usar laticínios, escolha versões magras.

C. Carboidratos Refinados

Carboidratos refinados são aqueles que passaram por um processamento que removeu grande parte de suas fibras, vitaminas e minerais. Isso os torna de rápida absorção, impactando diretamente os níveis de açúcar no sangue.

DHGNA: Café da Manhã e Gordura no Fígado
  • Exemplos: Pão branco, torradas de pão branco, cereais matinais não integrais, bolachas água e sal, bolos, e outros produtos de panificação feitos com farinha branca.
  • Por quê? Após a digestão, esses carboidratos são rapidamente convertidos em glicose, elevando bruscamente o açúcar no sangue. Isso força o pâncreas a liberar grandes quantidades de insulina. O excesso de glicose, na presença de insulina, é armazenado como gordura, principalmente no fígado, contribuindo para a resistência à insulina e a DHGNA.
  • Alternativas Saudáveis: Prefira pão integral de verdade (verifique os ingredientes para garantir que a farinha integral seja o primeiro item), aveia em flocos, frutas e legumes (sim, alguns vegetais podem ser adicionados ao café da manhã, como em omeletes).

D. Alimentos Processados e Ultraprocessados

Essa categoria engloba muitos dos itens já mencionados, mas vale reforçar. São produtos que sofreram diversas etapas de processamento e geralmente contêm uma lista longa de ingredientes, muitos dos quais não reconhecemos.

  • Exemplos: Barras de cereal com alto teor de açúcar, iogurtes açucarados e com sabor artificial, misturas prontas para bolos e panquecas, embutidos (peito de peru, presunto) com aditivos e conservantes.
  • Por quê? Eles são tipicamente ricos em açúcares adicionados, gorduras não saudáveis, sódio, conservantes, corantes e outros aditivos químicos. Essa combinação é um coquetel tóxico para o fígado, aumentando a carga de trabalho do órgão na desintoxicação e na metabolização de substâncias que não são nutrientes.
  • Alternativas Saudáveis: Opte por alimentos frescos e minimamente processados. Prepare suas próprias refeições ou escolha versões integrais e naturais dos produtos.

Evitar esses “inimigos” é o primeiro passo para um café da manhã que nutre seu corpo e protege seu fígado. A seguir, vamos explorar as melhores opções para começar o dia com o pé direito e a saúde em alta.

Estratégias para um Café da Manhã Amigo do Fígado

Depois de conhecer os alimentos que é melhor evitar, é hora de focar no que realmente faz bem ao seu fígado. Montar um café da manhã nutritivo e saboroso que proteja esse órgão vital é mais fácil do que parece. A chave é priorizar alimentos integrais, ricos em nutrientes essenciais.

A. Priorizar Proteínas de Qualidade

As proteínas são fundamentais para a saciedade, a manutenção da massa muscular e para evitar picos de açúcar no sangue, o que é ótimo para o fígado.

  • Exemplos: Ovos (cozidos, mexidos, poché), iogurte natural sem açúcar (grego ou tradicional), queijos magros como cottage ou ricota, e até mesmo uma colher de proteína em pó (whey protein, proteína vegetal) misturada em vitaminas ou iogurtes.
  • Benefícios: A proteína ajuda a estabilizar os níveis de glicose, reduzindo a necessidade de o fígado converter o excesso de açúcar em gordura. Além disso, ela contribui para a sensação de saciedade, evitando que você sinta fome logo depois e busque lanches pouco saudáveis.

B. Incluir Fibras Abundantes

As fibras são heroínas silenciosas para a saúde, e para o fígado não é diferente. Elas auxiliam na digestão, regulam o açúcar no sangue e ajudam a eliminar toxinas.

  • Exemplos: Frutas inteiras (maçãs, peras, berries, laranjas com bagaço), aveia em flocos (cozida ou em overnight oats), pães integrais de verdade (leia os rótulos: o primeiro ingrediente deve ser farinha integral), e sementes como chia, linhaça ou psyllium.
  • Benefícios: As fibras solúveis criam um gel no intestino que retarda a absorção de açúcares, prevenindo picos de insulina. As fibras insolúveis aumentam o volume das fezes, promovendo um trânsito intestinal saudável e ajudando a eliminar substâncias indesejadas que poderiam sobrecarregar o fígado.

C. Escolher Gorduras Saudáveis

Nem toda gordura é inimiga! As gorduras insaturadas são cruciais para a saúde celular, têm propriedades anti-inflamatórias e podem até ajudar a reduzir o colesterol.

  • Exemplos: Abacate (em torradas, vitaminas ou como acompanhamento), oleaginosas (amêndoas, nozes, castanhas – com moderação devido ao alto teor calórico), e um fio de azeite de oliva extra virgem em ovos ou saladas matinais.
  • Benefícios: Essas gorduras auxiliam na absorção de vitaminas lipossolúveis (A, D, E, K), são importantes para a estrutura das membranas celulares do fígado e exercem um efeito protetor contra a inflamação.

D. Hidratação Adequada

A água é a base de todas as funções corporais, incluindo a do fígado. Começar o dia bem hidratado é fundamental.

  • Exemplos: Água pura, chás sem açúcar (verde, gengibre, hortelã), e café preto (com moderação, pois estudos indicam que o café pode ter efeitos protetores para o fígado, mas evite adição de açúcar e cremes).
  • Benefícios: A hidratação adequada facilita o trabalho do fígado na desintoxicação e no transporte de nutrientes. A água ajuda a manter o sangue menos viscoso, otimizando o fluxo e as funções hepáticas.

Ao incorporar esses grupos de alimentos no seu café da manhã, você não só estará nutrindo seu corpo de forma completa, como também estará dando um passo importante para proteger e rejuvenescer seu fígado. Pequenas escolhas diárias resultam em grandes benefícios a longo prazo para a sua saúde hepática.do. Pequenas escolhas diárias resultam em grandes benefícios a longo prazo para a sua saúde hepática.

Conclusão

Chegamos ao fim da nossa jornada pelos alimentos do café da manhã e seu impacto na saúde do fígado. É evidente que as escolhas que fazemos logo no início do dia têm um poder imenso sobre o bem-estar desse órgão vital. Deixamos claro como açúcares adicionados, gorduras saturadas e trans, e carboidratos refinados, tão comuns em muitos cafés da manhã “modernos”, podem ser verdadeiros gatilhos para o desenvolvimento e a progressão da Doença Hepática Gordurosa Não Alcoólica (DHGNA).

Por outro lado, também vimos que pequenas mudanças podem gerar grandes resultados. Priorizar proteínas de qualidade, fibras abundantes, gorduras saudáveis e uma boa hidratação transforma seu café da manhã em um escudo protetor para o fígado, auxiliando na sua desintoxicação, na regulação do açúcar no sangue e na prevenção do acúmulo de gordura.

Lembre-se: seu fígado é um órgão resiliente, mas precisa de apoio. Começar o dia com consciência alimentar não é apenas sobre evitar o que faz mal, mas também sobre nutrir seu corpo com o que ele realmente precisa para funcionar em sua plenitude. Cada escolha saudável é um investimento na sua saúde a longo prazo. Se você tem dúvidas ou precisa de um plano alimentar mais específico, consultar um profissional de saúde e nutricionista é sempre a melhor recomendação para um cuidado personalizado. Cuide do seu fígado, ele cuida de você!

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Whey Protein e Emagrecimento: Mitos e Verdades sobre o uso em dietas

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Whey Protein e Emagrecimento

O uso de suplementos alimentares tornou-se uma prática comum para quem busca melhorar a composição corporal. Entre os itens mais populares, a relação entre Whey Protein e emagrecimento gera inúmeros debates. Afinal, a proteína do soro do leite serve apenas para quem quer “ficar grande” ou pode ser uma aliada estratégica na perda de gordura?

Neste guia completo, vamos desmistificar o uso deste suplemento, explorar a ciência por trás da saciedade proteica e ensinar como você pode integrar o Whey Protein em sua rotina de forma eficiente e segura.

O que é o Whey Protein e como ele age no organismo?

Antes de entendermos a conexão entre Whey Protein e emagrecimento, é fundamental compreender o que é esse produto. O Whey Protein é a proteína extraída do soro do leite durante o processo de fabricação de queijos. Ele é considerado uma proteína de alto valor biológico, o que significa que contém todos os aminoácidos essenciais que o corpo não produz sozinho.

Existem três tipos principais:

  1. Concentrado: Contém um pouco mais de gordura e lactose.
  2. Isolado: Passa por processos de filtragem que removem quase toda a gordura e lactose.
  3. Hidrolisado: Proteína “pré-digerida”, de absorção ultra-rápida.

Whey Protein e Emagrecimento: Como a ciência explica essa relação?

Muitas pessoas acreditam que suplementos de proteína são exclusivos para fisiculturistas, mas a verdade é que o Whey Protein e emagrecimento caminham juntos por diversos fatores fisiológicos.

1. Aumento da Saciedade

A proteína é o macronutriente que mais promove a sensação de saciedade. Quando você consome Whey, o corpo libera hormônios como a colecistoquinina (CCK) e o GLP-1, que sinalizam ao cérebro que você está satisfeito. Isso ajuda a reduzir o consumo calórico total ao longo do dia, facilitando o déficit calórico necessário para a perda de peso.

2. Preservação da Massa Magra

Um dos maiores erros em dietas restritivas é perder músculo em vez de gordura. Manter um aporte alto de proteínas ajuda a proteger o tecido muscular. Como os músculos são metabolicamente ativos, quanto mais massa magra você tem, mais calorias seu corpo queima em repouso.

3. Efeito Térmico dos Alimentos (ETA)

Você sabia que o corpo gasta mais energia para digerir proteínas do que gorduras ou carboidratos? Esse processo é conhecido como termogênese alimentar. Ao priorizar o consumo de proteínas de qualidade, você eleva levemente o seu gasto calórico diário apenas pelo esforço da digestão.

Mitos e Verdades sobre o Whey Protein e Emagrecimento

Existem muitos conceitos errôneos circulando nas redes sociais. Vamos esclarecer os principais:

“Whey Protein engorda?”

Mito. O que engorda é o excesso calórico total. O Whey Protein é apenas uma fonte de proteína. Se ele for encaixado dentro das suas metas diárias de calorias, ele não causará ganho de gordura. Na verdade, por ser baixo em carboidratos (especialmente as versões isoladas), ele é excelente para dietas de baixo índice glicêmico.

“Substituir refeições por Whey emagrece mais rápido?”

Verdade parcial, mas perigosa. Substituir um jantar pesado por um shake de Whey pode reduzir calorias, mas o ideal é que o suplemento complemente a dieta. O excesso de substituições pode levar a deficiências de micronutrientes presentes em alimentos sólidos como vegetais e grãos integrais.

“Só deve ser tomado após o treino?”

Mito. Embora a “janela anabólica” seja famosa, para o objetivo de Whey Protein e emagrecimento, o mais importante é o consumo total de proteína no dia. Você pode tomá-lo no café da manhã para evitar picos de fome à tarde ou como um lanche prático entre reuniões.

Whey Protein e Emagrecimento

Como escolher o melhor Whey Protein para emagrecer?

Se o seu foco principal é a perda de peso, a escolha do tipo de produto faz diferença:

  • Prefira o Isolado ou Hidrolisado: Eles possuem menos calorias, menos carboidratos e quase zero gordura.
  • Atenção aos Rótulos: Fuja de marcas que adicionam muito açúcar, maltodextrina ou espessantes calóricos.
  • Sabor e Versatilidade: Escolha sabores neutros ou baunilha se pretender fazer receitas (panquecas fit, bolos proteicos), o que ajuda a manter a dieta mais saborosa e menos monótona.

Estratégias Práticas para usar Whey Protein na sua Dieta

Para obter o máximo de benefícios na relação entre Whey Protein e emagrecimento, tente estas dicas:

  1. O Shake de “Emergência”: Mantenha uma dose na bolsa. Isso evita que você recorra a salgados ou fast-food quando a fome apertar na rua.
  2. Misture com Fibras: Adicionar aveia ou sementes de chia ao seu shake de Whey aumenta ainda mais o tempo de digestão e a saciedade.
  3. Cozinha Proteica: Use o pó para dar sabor e proteína ao seu iogurte natural ou mingau de aveia.

Conclusão

Entender a sinergia entre Whey Protein e emagrecimento é transformar um simples suplemento em uma ferramenta estratégica. Ele não é uma “pílula mágica”, mas sim um facilitador nutricional que ajuda no controle do apetite, na manutenção dos músculos e na praticidade do dia a dia. Lembre-se: o sucesso do emagrecimento depende de um conjunto de hábitos, incluindo atividade física e acompanhamento profissional.

FAQ – Perguntas Frequentes

Posso tomar Whey Protein mesmo sem treinar?

Sim. O Whey é proteína de alta qualidade. Se você tem dificuldade em atingir sua meta proteica diária através da alimentação sólida, o suplemento pode ser usado mesmo em dias de descanso para manter a saciedade e a saúde muscular.

Qual o melhor horário para tomar Whey visando o emagrecimento?

Não existe um horário “obrigatório”, mas para controle de apetite, consumi-lo no café da manhã ou como lanche da tarde costuma ser muito eficaz para evitar compulsões nas refeições seguintes.

Whey Protein causa retenção de líquido?

Não. Pelo contrário, dietas ricas em proteínas podem ajudar a reduzir o inchaço, pois a proteína auxilia no equilíbrio hídrico do corpo. O que causa retenção geralmente é o excesso de sódio ou carboidratos refinados.

Gestantes ou lactantes podem consumir?

Em geral, sim, pois é uma proteína do leite. No entanto, é indispensável consultar um médico ou nutricionista, pois algumas fórmulas contêm adoçantes ou corantes que podem não ser recomendados.

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Genética e Obesidade: Como Neutralizar os Genes do Ganho de Peso

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Genética e Obesidade

Você já sentiu que, por mais que se esforce na dieta e nos exercícios, o ponteiro da balança parece não se mover, enquanto outras pessoas comem de tudo e permanecem magras? Essa frustração é comum e, muitas vezes, a resposta reside na complexa interação entre genética e obesidade.

Embora o estilo de vida seja o fator determinante para a maioria de nós, a ciência moderna comprova que herdamos predisposições que podem tornar a jornada do emagrecimento mais desafiadora. Neste artigo, vamos mergulhar no universo do “gene da obesidade”, entender como ele funciona e, o mais importante, descobrir como a ciência da epigenética permite “silenciar” esses genes através de hábitos estratégicos.

O Que a Ciência Diz Sobre Genética e Obesidade?

A relação entre genética e obesidade não é uma sentença de destino, mas sim um mapa de probabilidades. Estudos indicam que a genética pode ser responsável por 40% a 70% da variação no Índice de Massa Corporal (IMC) em diferentes populações.

Existem mais de 50 genes que têm sido associados ao ganho de peso, mas um deles se destaca: o gene FTO (Fat Mass and Obesity-associated gene). Pessoas que possuem certas variantes desse gene tendem a ter maior sensação de fome, menor saciedade após as refeições e uma preferência natural por alimentos mais calóricos.

Como os Genes Influenciam o Peso?

Os genes influenciam o peso corporal de diversas maneiras:

  1. Regulação do Apetite: Controlando os hormônios grelina (fome) e leptina (saciedade).
  2. Taxa Metabólica Basal: Determinando quão rápido seu corpo queima energia em repouso.
  3. Distribuição de Gordura: Definindo se você armazena gordura preferencialmente na região abdominal ou nos quadris.
  4. Comportamento Alimentar: Influenciando a busca por “recompensa” através da comida.

O Poder da Epigenética: Neutralizando a Herança Genética

A maior descoberta dos últimos anos é que seu DNA não é o seu destino. A epigenética é o estudo de como comportamentos e o ambiente podem causar alterações que afetam a maneira como seus genes funcionam. No contexto da genética e obesidade, isso significa que você pode “desligar” a expressão de genes ruins através de escolhas conscientes.

1. Alimentação Inteligente para Genes “Lentos”

Se você tem predisposição genética ao ganho de peso, sua dieta deve focar em densidade nutricional. Alimentos ricos em fibras e proteínas ajudam a combater a sinalização deficiente de saciedade causada por variantes do gene FTO.

  • Evite: Carboidratos refinados e açúcares, que disparam a insulina e facilitam o armazenamento de gordura em quem já tem tendência.
  • Priorize: Vegetais crucíferos (brócolis, couve-flor), gorduras boas (azeite, abacate) e proteínas magras.

2. O Papel dos Exercícios Físicos

A atividade física é a ferramenta mais poderosa para neutralizar a genética e obesidade. Estudos mostram que o exercício regular pode reduzir o efeito do gene FTO em até 30%. O treinamento de força (musculação) é particularmente eficaz, pois aumenta a massa magra, elevando o metabolismo basal permanentemente.

Estratégias Práticas para Vencer a Predisposição Genética

Para quem luta contra a balança e acredita que o fator genética e obesidade é o grande vilão, aqui estão quatro pilares para retomar o controle:

Controle do Estresse e Cortisol

O estresse crônico eleva o cortisol, um hormônio que sinaliza ao corpo para armazenar gordura, especialmente na barriga. Em pessoas geneticamente propensas, esse efeito é amplificado. Práticas como meditação e sono de qualidade são “moduladores genéticos” essenciais.

Higiene do Sono

A falta de sono altera a expressão de genes ligados ao metabolismo. Dormir menos de 7 horas por noite aumenta a grelina e diminui a leptina, sabotando qualquer esforço dietético.

Crononutrição

Não é apenas o que você come, mas quando você come. Sincronizar suas refeições com o ciclo circadiano ajuda a otimizar a queima calórica e a sensibilidade à insulina, neutralizando falhas metabólicas hereditárias.

Genética e Obesidade

A Importância dos Exames Nutrigenéticos

Atualmente, é possível realizar testes de DNA que mapeiam sua relação com a genética e obesidade. Esses testes revelam como seu corpo processa carboidratos, gorduras e até mesmo sua sensibilidade à cafeína.

  • Vantagem: Você para de testar dietas da moda e passa a seguir um plano desenhado especificamente para o seu código genético.
  • Foco: O objetivo não é mudar o gene, mas mudar o ambiente para que o gene não se manifeste de forma negativa.

Conclusão: Você Está no Controle

A genética e obesidade caminham juntas, mas a ciência nos dá as ferramentas para que o estilo de vida prevaleça. Ter um “gene da obesidade” significa apenas que você precisa ser mais atento e estratégico do que a média, mas não significa que você não possa atingir seu peso ideal.

Ao focar em uma alimentação densa em nutrientes, exercícios de força e manejo do estresse, você cria um ambiente biológico onde seus genes de “magreza” podem prosperar, silenciando aqueles que promovem o acúmulo de gordura.

FAQ – Perguntas Frequentes

Se meus pais são obesos, eu obrigatoriamente serei também?

Não. Embora a genética e obesidade tenham uma ligação forte, o ambiente familiar (hábitos alimentares e sedentarismo) costuma ter um impacto maior do que os próprios genes. Com hábitos saudáveis, você pode evitar a expressão dessa herança.

Qual é o melhor exercício para quem tem o gene da obesidade?

A combinação de exercícios aeróbicos com treinamento de força (musculação) é a mais indicada. A musculação ajuda a alterar a taxa metabólica, combatendo a tendência genética de queimar poucas calorias em repouso.

Existe um exame para descobrir se tenho o gene FTO?

Sim, os testes nutrigenéticos analisam o gene FTO e outros marcadores relacionados ao metabolismo. Eles podem ser feitos através de uma amostra de saliva e ajudam a personalizar a dieta.

Suplementos podem ajudar a neutralizar a genética?

Alguns compostos como a curcumina, o resveratrol e o ômega-3 têm propriedades epigenéticas que podem ajudar a reduzir a inflamação associada à obesidade, mas devem ser usados como complemento a um estilo de vida saudável.

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Creatina: Mitos e Verdades. O Que Dizem os Estudos da USP Sobre Rins, Cabelo e Uso Seguro

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Como nutricionista, recebo diariamente perguntas sobre creatina e seus possíveis efeitos nos rins, cabelo e peso. Vou esclarecer definitivamente o que é mito e o que é verdade sobre esse suplemento, baseando-me em uma extensa revisão científica publicada por pesquisadores da USP no Journal of the International Society of Sports Nutrition.

Creatina

A Creatina Prejudica os Rins?

MITO. Não há evidências científicas de que a creatina cause danos renais em pessoas saudáveis. Segundo o professor Bruno Gualano, da Faculdade de Medicina da USP, existe uma “evidência muito grande de que o suplemento é seguro” para a função renal.

A confusão surge porque os rins eliminam a creatinina (produto da quebra da creatina), e exames laboratoriais podem mostrar níveis elevados dessa substância no sangue. No entanto, isso não significa sobrecarga ou dano renal, apenas que há mais creatina sendo processada pelo organismo. A literatura científica analisada pela USP confirmou que não há efeito negativo da suplementação sobre os rins em indivíduos saudáveis.

Atenção: oriento que pessoas com doença renal pré-existente evitem a creatina ou usem apenas sob supervisão médica rigorosa.

A Creatina Causa Queda de Cabelo?

MITO. Não existem evidências científicas que comprovem que a creatina causa calvície. O mito surgiu de um único estudo realizado em 2009 com jogadores de rugby, que mostrou aumento de DHT (di-hidrotestosterona), hormônio associado à queda capilar.

No entanto, esse estudo tinha limitações importantes: foi pequeno, não avaliou diretamente a queda de cabelo, usou doses muito altas de creatina e seus resultados nunca foram replicados. Um estudo posterior com 45 homens que suplementaram 5 gramas de creatina por dia não encontrou diferenças nos níveis de testosterona total, livre ou DHT em comparação com o grupo placebo.

A tricologista Luciana Passoni explica que “não há evidências de que a creatina, quando suplementada na quantidade correta (de 3 a 5 gramas por dia), cause queda de cabelo”.

A Creatina Retém Líquido e Causa Inchaço?

VERDADE PARCIAL. Na minha experiência clínica, explico aos pacientes que a creatina causa retenção de água dentro das células musculares, não no corpo todo. Esse efeito é fisiológico e benéfico, pois o aumento de creatina nas células musculares atrai água para dentro delas, contribuindo para o aumento do volume muscular.

Creatina

Não há evidências científicas de que a creatina cause retenção de líquidos em outros órgãos ou inchaço generalizado. Segundo Hamilton Roschel, professor da Escola de Educação Física e Esporte da USP, apesar da “retenção de fluido intracelular”, a literatura mostra que não há efeito negativo sobre a pressão arterial ou acúmulo de líquido fora dos músculos.

A Creatina Engorda ou Aumenta o Peso?

DEPENDE DA PERSPECTIVA. Sempre explico aos meus pacientes que o ganho de peso observado com a creatina não é gordura, mas sim aumento de massa muscular e água intramuscular. A balança pode mostrar de 0,5 a 2 kg a mais nas primeiras semanas devido à retenção hídrica nas células musculares e ao ganho de massa magra.

Para quem busca hipertrofia e desempenho, esse é um efeito positivo. No entanto, para pessoas focadas apenas na perda de peso na balança, pode ser percebido negativamente. É importante entender que a creatina não causa acúmulo de gordura corporal e pode até auxiliar indiretamente no emagrecimento ao melhorar o desempenho nos treinos.

Quais São os Benefícios Comprovados da Creatina?

Creatina

Com base nos estudos da USP, confirmo diversos benefícios baseados em evidências científicas robustas:

  • Melhora do desempenho físico: aumenta força e potência muscular, especialmente em atividades de alta intensidade como musculação, futebol, basquete e vôlei
  • Recuperação muscular: reduz inflamação e acelera a recuperação pós-treino
  • Ganho de massa magra: favorece o aumento da massa muscular quando combinada com treinamento de resistência
  • Segurança comprovada: pode ser usada por adultos, adolescentes e idosos saudáveis
  • Benefício para não praticantes: melhora o desempenho muscular mesmo em pessoas sedentárias

Qual a Dosagem Recomendada de Creatina?

Recomendo aos meus pacientes a dose de 3 a 5 gramas por dia para manutenção. Segundo a nutricionista Débora Moreira, da USP, “a dose pode variar conforme as necessidades individuais” e deve ser ajustada com orientação profissional.

Com Fase de Saturação

O protocolo tradicional consiste em uma fase de saturação de 20 gramas por dia divididas em 4 doses de 5 gramas durante 5 a 7 dias, seguida pela dose de manutenção de 3 a 5 gramas diárias.

Sem Fase de Saturação

Pode-se iniciar diretamente com 3 a 5 gramas por dia sem fase de saturação. Os resultados demoram um pouco mais para aparecer (cerca de 3 a 4 semanas), mas o efeito final é o mesmo.

Quando Tomar: Antes ou Depois do Treino?

NÃO FAZ DIFERENÇA. Como o efeito da creatina é cumulativo e a longo prazo, as evidências científicas apontam que não há diferença significativa entre consumir antes ou depois do treino. O importante é manter a consistência diária na suplementação.

Quem NÃO Deve Usar Creatina?

Oriento que a creatina deve ser evitada ou usada com extrema cautela nos seguintes casos:

  • Pessoas com doença renal pré-existente ou comprometimento da função dos rins
  • Indivíduos com doença hepática (problemas no fígado)
  • Gestantes e lactantes (ainda não há evidências clínicas suficientes sobre segurança)
  • Crianças (a segurança não foi completamente estabelecida)
  • Pessoas com histórico de sintomas gastrointestinais graves

Sempre oriento a consultar um médico ou nutricionista antes de iniciar a suplementação.

Quais São os Efeitos Colaterais Reais da Creatina?

Os efeitos colaterais reais e documentados são mínimos quando a creatina é usada nas doses recomendadas:

  • Desconforto gastrointestinal leve: náusea, diarreia ou cólicas em alguns casos, geralmente quando consumida em doses muito altas de uma vez ou sem diluição adequada
  • Ganho de peso inicial: devido à retenção hídrica intramuscular (não é gordura)

Efeitos que NÃO ocorrem segundo a revisão científica da USP:

  • Não causa câncer
  • Não provoca hipertensão arterial
  • Não causa câimbras
  • Não compromete a fertilidade masculina
  • Não é um esteroide anabolizante

A Creatina Precisa de Pausa ou Ciclo?

NÃO É NECESSÁRIO. Diferente de substâncias anabolizantes, a creatina pode ser usada continuamente sem necessidade de ciclos ou pausas. O corpo não desenvolve “tolerância” e não há evidências de que pausas tragam benefícios adicionais para pessoas saudáveis.

Resumo Científico da USP

O estudo coordenado pelos professores Hamilton Roschel e Bruno Gualano, do Grupo de Pesquisa em Fisiologia Aplicada e Nutrição da USP, analisou dezenas de trabalhos científicos mundiais sobre creatina. A revisão narrativa publicada no Journal of the International Society of Sports Nutrition confirmou:

Fatos comprovados: a creatina melhora o desempenho físico em atividades de alta intensidade, é segura para adultos saudáveis, adolescentes e idosos, não causa danos renais ou hepáticos em pessoas saudáveis, não provoca câncer, hipertensão, câimbras ou calvície.

Mitos desmentidos: não prejudica os rins de pessoas saudáveis, não causa queda de cabelo, não é esteroide anabolizante, não compromete a fertilidade masculina, e a cafeína não atrapalha sua ação.

Áreas que necessitam mais pesquisa: efeitos terapêuticos específicos, segurança na gestação, doses ideais para efeito cognitivo.

FAQ – Perguntas Rápidas sobre Creatina

Perguntas Rápidas (FAQ)

Sim, a suplementação diária é segura e recomendada para manter os níveis musculares elevados.
Não, mas oriento sempre buscar orientação de nutricionista ou médico para ajuste de dose.
A creatina monohidratada é a forma mais estudada e eficaz.
Sim, os benefícios são os mesmos para homens e mulheres.
Com saturação: 5-7 dias. Sem saturação: 3-4 semanas.
Sim, não há evidências de que a cafeína em doses normais interfira na ação da creatina.

Conclusão

Como nutricionista, afirmo com segurança que a creatina é um dos suplementos mais seguros e eficazes disponíveis no mercado, com décadas de pesquisa científica comprovando seus benefícios. Os principais mitos como danos renais e queda de cabelo foram categoricamente desmentidos pela revisão científica da USP. Quando usada na dosagem adequada (3 a 5 gramas diárias) por pessoas saudáveis, a creatina oferece benefícios reais para o desempenho físico, recuperação muscular e ganho de massa magra, sem os riscos alardeados pela desinformação.

CITAÇÕES SOBRE A PESQUISA DA USP SOBRE CREATINA

Prof. Bruno Gualano (Faculdade de Medicina da USP)

“Existe uma evidência muito grande de que o suplemento é seguro para a função renal em pessoas saudáveis.”

Fonte: Jornal da USP – “Verdades e mitos sobre a creatina: estudo mostra o que já existe de evidência científica”
Link: https://jornal.usp.br/ciencias/verdades-e-mitos-sobre-a-creatina-estudo-mostra-o-que-ja-existe-de-evidencia-cientifica/
Data de Publicação: 22 de janeiro de 2025


Prof. Hamilton Roschel (Escola de Educação Física e Esporte da USP)

“Apesar da retenção de fluido intracelular, a literatura mostra que não há efeito negativo sobre a pressão arterial ou acúmulo de líquido fora dos músculos.”

Fonte: Jornal da USP – “Verdades e mitos sobre a creatina: estudo mostra o que já existe de evidência científica”
Link: https://jornal.usp.br/ciencias/verdades-e-mitos-sobre-a-creatina-estudo-mostra-o-que-ja-existe-de-evidencia-cientifica/
Data de Publicação: 22 de janeiro de 2025


Nutricionista Débora Moreira (USP)

“A dose pode variar conforme as necessidades individuais e deve ser ajustada com orientação profissional.”

Fonte: Revista Veja – “Nem problemas renais, nem queda de cabelo: veja os mitos e verdades sobre a creatina”
Link: https://veja.abril.com.br/saude/nem-problemas-renais-nem-queda-de-cabelo-veja-os-mitos-e-verdades-sobre-a-creatina/
Data de Publicação: 21 de janeiro de 2025


Citações de Especialistas Externos

Dra. Luciana Passoni (Tricologista)

“Não há evidências de que a creatina, quando suplementada na quantidade correta (de 3 a 5 gramas por dia), cause queda de cabelo.”

Fonte: CNN Brasil – “Creatina causa queda de cabelo? Especialistas respondem”
Link: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/creatina-causa-queda-de-cabelo-especialistas-respondem/
Data de Publicação: 28 de julho de 2025


Sobre o Estudo Principal

Título da Pesquisa: Revisão narrativa sobre mitos e verdades da creatina

Publicação: Journal of the International Society of Sports Nutrition

Instituição: Universidade de São Paulo (USP) – Grupo de Pesquisa em Fisiologia Aplicada e Nutrição

Coordenação: Prof. Hamilton Roschel e Prof. Bruno Gualano

Escola: Escola de Educação Física e Esporte (EEFE-USP)

Link da Notícia USP: https://jornal.usp.br/ciencias/verdades-e-mitos-sobre-a-creatina-estudo-mostra-o-que-ja-existe-de-evidencia-cientifica/

Link EEFE-USP: https://www.eefe.usp.br/clipping/verdades-e-mitos-sobre-creatina-estudo-mostra-o-que-já-existe-de-evidência-científica


Fontes Científicas Adicionais

Sobre Segurança Renal:

Sobre Queda de Cabelo:

Sobre Efeitos Colaterais:

Sobre Suplementação e Efeitos:


Principais Conclusões Citáveis do Estudo USP

  • “A creatina melhora o desempenho físico em atividades de alta intensidade e é segura para adultos saudáveis, adolescentes e idosos.”
  • “Não há evidências científicas de que a creatina cause danos renais, calvície, câncer, hipertensão ou comprometimento da fertilidade masculina em pessoas saudáveis.”
  • “A retenção hídrica causada pela creatina ocorre dentro das células musculares, não provocando inchaço generalizado no corpo.”
  • “A creatina pode ser usada continuamente sem necessidade de ciclos ou pausas, diferente de substâncias anabolizantes.”

Fonte de todas as conclusões: Jornal da USP e Revista Veja (Janeiro 2025)


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